Platão antitrágico: a crítica à poesia nos livros II e III de a República

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Irley Fernandes Franco

Resumo

O artigo pretende mostrar que, ao criticar e censurar a poesia, nos livros II e III de A República, mais do que adequar o currículo escolar tradicional às exigências de seu projeto político, Platão tem em vista a extinção de uma determinada “visão de mundo” produzida e consolidada por ela. O ataque é dirigido a todos os gêneros poéticos, mas o principal alvo é a poesia dramática, isto é, aquela em que a mímesis é entendida como personificação ou incorporação de personagens, e, dentre os gêneros dramáticos, o trágico será considerado seu maior inimigo.

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Como Citar
FRANCO, Irley Fernandes. Platão antitrágico: a crítica à poesia nos livros II e III de a República. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 27, n. 42, p. 85-104, june 2018. ISSN 0104-6675. Disponível em: <http://oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/index.php/oqnfp/article/view/605>. Acesso em: 22 sep. 2018. doi: https://doi.org/10.32334/oqnfp.2018n42a605.
Seção
Artigos