Acerca da questão do trágico na filosofia prática de Paul Ricoeur

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Gilmário Guerreiro da Costa

Resumo

Paul Ricoeur desenvolve em sua “pequena ética” (estudos sete, oito e nove de O si mesmo como outro) uma análise da capacidade humana de agir com vista, em seus termos, “ao viver bem, com e para os outros, em instituições justas”. Lida inicialmente com dois níveis do juízo moral: o dos predicados bom e obrigatório, referidos, respectivamente, à herança aristotélica e à kantiana. No último estudo ocupa-se com a possibilidade de uma sabedoria prática, que se comprometeria com o predicado “equitativo”. Essa passagem do livro inicia-se com um interlúdio intitulado “O trágico da ação”. Os resultados parecem sugerir que “ser justo” envolve a correlação do plano do equitativo com a desconfiança necessária à tragicidade não raro incontornável da vida prática. É dessas questões que nos ocupamos neste artigo.

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Como Citar
COSTA, Gilmário Guerreiro da. Acerca da questão do trágico na filosofia prática de Paul Ricoeur. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 28, n. 44, p. 239-258, july 2019. ISSN 0104-6675. Disponível em: <http://oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/index.php/oqnfp/article/view/664>. Acesso em: 09 mar. 2021. doi: https://doi.org/10.32334/oqnfp.2019n44a664.
Seção
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