Heidegger e o iPad: presença e imagem na pandemia

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Pedro Meira Monteiro

Resumo

Este artigo pretende explorar diferentes dimensões do nosso momento digital. A crise do Covid-19 tem permitido que experimentemos com as imagens num nível inédito. Tomando tal realidade como ponto de partida, e discutindo uma série de referências filosóficas, pergunto se os encontros virtuais se opõem à “experiência” que tão frequentemente pensamos em termos benjaminianos. Se duas pessoas se sentam em silêncio diante de computadores conectados, elas estão juntas? Esta simples questão dispara um sem-número de reflexões sobre a própria natureza das imagens e daquilo que chamamos de presença. Embora minha avaliação final da experiência digital contemporânea seja positiva, as questões que ela permite levantar são muitas. No centro de meu argumento estão o corpo e as implicações sociais da digitalização do mundo, assim como a experiência do ensino a distância.

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Como Citar
MEIRA MONTEIRO, Pedro. Heidegger e o iPad: presença e imagem na pandemia. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 29, n. 46, p. 124-140, july 2020. ISSN 0104-6675. Disponível em: <http://oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/index.php/oqnfp/article/view/728>. Acesso em: 27 oct. 2020. doi: https://doi.org/10.32334/oqnfp.2020n46a728.
Seção
Artigos